Clusterização na Prática

Introduzi a noção de técnicas de agrupamento no post: Técnicas de Clustering: K-Means. Porém, ficou faltando um exemplo prático de construir o algoritmo por conta própria. Aqui, vou apresentar uma aplicação da técnica utilizando distâncias euclidianas no software Excel.

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Escolhendo o diretório no R

Esse post bem que poderia ser uma continuação do Primeiros passos no R Studio, pois trataremos de algumas coisas que você vai fazer assim que abrir o R e iniciar seus trabalhos, como escolher o diretório em que você vai salvar as figuras ou carregar os dados, saber as dimensões do arquivo externo que você carregou, etc., é bem útil.  É também um pouco repetitivo, já vimos algumas dessas funções separadamente, mas é bom reforçar para quem não viu outros links.

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Substituindo missing pela média no R

Já mencionei aqui como excluir os valores missing dos seus cálculos no R, e aqui explico como excluir as linhas contendo valores missing. Porém, como vocês bem sabem, ao excluirmos a linha inteira temos perda de informação, afinal, uma coluna pode estar missing mas todo o restante da linha conter informação. Sendo assim, alguns estatísticos podem preferir não excluir a linha e fazer a escolha de substituir esses missing por outro valor, aqui vamos substituir pela média:

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SAS Group By no R

Já aprendemos como somar e agrupar os dados no SAS aqui, no R isso é tão simples quanto, basta você utilizar a função tapply(). A função é composta basicamente de três elementos: o vetor contendo valores, o campo que será utilizado no agrupamento e a função que será aplicada. Continuar a ler “SAS Group By no R”

A probabilidade do outro filho ser menino ou menina é…

Assim como no post Qual a probabilidade de tirar o número 1 jogando um dado duas vezes? vamos olhar para mais uma pegadinha clássica nas questões de probabilidade. E, assim como no outro post, um dos erros cometidos é não pensar no conjuntos de resultados possíveis.

Se um casal tem duas crianças, e lhe foi dito que uma delas é um menino. Qual a probabilidade da outra criança ser também um menino?

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É hora de tirar a média das suas análises?

A média é a medida mais utilizada da estatística descritiva. O que muita gente não sabe, é que essa medida é amplamente questionada, principalmente pelos próprios estatísticos, que hoje em dia dificilmente a utilizam como um valor relevante para descrever dados e extrair insights.

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